Vim aqui fazer uma crónica de “Halo”, nem vou falar quem é a produtora ou editora, até mesmo porque todos sabem, vou mesmo àquilo que quero dizer. Poucos são aqueles jogadores que não jogarem Halo, poucos mesmo, aqueles que têm ou jogarem Halo sabem que aquilo é pura perfeição em pixels, cada bala, movimento é a perfeição.
Ficamos de tal maneira mergulhados no mundo da Bungie que só damos por nós a elogiar jogo vezes sem conta. O jogo tem os seus defeitos, mas são de tal maneira menores que nem damos conta deles e alguns chegam a ser qualidades mesmo para o jogo.
A sua história leva-nos a mergulhar naquele mundo, por exemplo, como quando éramos crianças o Sonic ou Super Mário dava-nos um mundo novo que ficávamos imergidos de tal maneira que a realidade ou o presente ficava para traz e só damos contas àquilo que se passa na TV.
É esta mestria que Halo possui, uma mestria que de 100 jogos um só possui. Essa perfeição vem da Xbox® e o comando, isto porque sem o Controle S, o controlo intuitivo, rápido, fácil não estava presente, o mesmo se fala da consola, porque sem os gráficos, jogabilidade e fluidez não era possível com mesma igualdade. Fiquem bem.