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GAMER AÇORIANO

Sou um fanático, amante da indústria dos videojogos desde criança e um fã incondicional do exclusivo Xbox, Halo.

REVISÃO: HALO REACH

26.06.11 | Nelson Roque
EDITORA: Microsoft Games Studios
PRODUTORA: Bungie
LANÇAMENTO:Já Disponível 

INTRODUÇÃO
Halo, a mais prestigiada série da Microsoft parece estar sendo “roída até ao osso”, pois nesta geração já forem lançados três títulos e espera-se o lançamento de mais quatro. Não é por isso que a série deixa de ser tão espectacular, pelo menos até ao Halo Reach a série não passou a ser mediana.


HISTÓRIA
A história deste videojogo consegue aguentar-nos até ao fim mas já fiquei mais impressionado com esta série, Reach mergulha-nos num novo mundo antes do Halo: Combat Evolved com novos inimigos mais implacáveis. Consegue explicar acontecimentos do primeiro titulo e deixar parênteses para explicar num próximo capítulo, assim espero. Pertencemos a uma equipa de Spartans da terceira geração, chamada de Noble Team, o nosso personagem é Noble Six. Os nossos objectivos não passam apenas por disparar, temos objectivos mais claros no decorrer de uma história empolgante, épica e emotiva.


JOGABILIDADE / LONGEVIDADE
O ponto mais forte de toda a série é a jogalidade e este não escapa à regra, a Bungie sabe o faz. Os inimigos são maiores e melhores, uma inteligência muito superior. Adorei ver a raça elite (tropa dos Governants) atacar-me com toda a força e sem pudor. Os grunt já não são aqueles desgraçados que fugiam aos gritos, e eu fartava-me de rir, agora atacam e atacam mesmo, quando virem um grupo deles não fujam que vão ver.

A jogabilidade dá aquela vontade de continuar, pois as armas, os veículos, a IA, está muito melhor, os spartans como os elites possuem habilidades na armadura. Estas habilidades são; correr, voar (jackpack), ficar invisível, entre outros que ficam para vocês descobrirem no jogo, entretanto, não julguem que com estas vantagens fica mais fácil. Estas habilidades estão disponível em todo o jogo e só podem usar uma de cada vez, estas não durem sempre pelo que é preciso esperar que estas carreguem. 

O controlo mudou deste o Halo 3 por causa das habilidades, continua num controlo fácil e intuitivo.

A IA dos inimigos está muito melhor, não me deparei com nenhuma situação de estupidez, o mesmo não posso dizer dos marines porque vi um a correr contra a parede.


Depois de jogarem até ao fim o modo campanha, vão querer jogar outra vez em lendário ou em modo cooperativo. O multijogador é excelente e com imensos tipos de jogos, os habituais, capturar a bandeira, o assassino entre muitos outros, mas agora temos novos tipos de jogo e o modo Firefight está melhor e mais completo.

Como se não bastasse das horas extraordinárias que podemos passar no Xbox Live e na campanha, a Bungie ainda deu-nos um bónus. Enquanto jogamos e ganhamos seja em que modo for, vamos ganhando créditos (leia-se pontos) e involuindo o nosso spartan com peças para a armadura, como por exemplo; capacetes, joelheiras, caneleiras, peitorais, etc.

GRÁFICOS / SOM
Depois do que foi Halo 3, a produtora actualizou o motor de jogo e o trabalho desta foi esplêndido, agora está mais soberbo e maduro. Os efeitos de luz, as texturas, as explosões, as partículas e os movimentos dos personagens estão soberbos como nunca vi nesta série. Estamos perante um jogo de alta definição e não sub HD. 

Os marines e os Covenant estão detalhados ao mais íntimo detalhe. Eu não queria contar mas temos algumas missões nocturnas, onde a jogabilidade passa a ser mais furtiva, aqueles níveis põem uma lágrima no canto do olho; os céus, as nuvens, os efeitos de luz e as sombras estão simplesmente do melhor. A atmosfera está muito bem conseguida não só nestes níveis como em todo o jogo e os sons e músicas só vem melhorar o que está excelente.  
CONCLUSÃO
Halo Reach foi o último da série produzido pela Bungie, a produtora despediu-se à grande e orgulhosa. Esta pode olhar para trás ou pegar no controlo da Xbox e dizer; bom trabalho.  A história, os gráficos, o som, a jogabilidade, estes quatro elementos fazem deste um jogo obrigatório. Para acabar, três palavras; comprem-no, joguem-no e adorem-no.

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