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GAMER AÇORIANO

Sou um fanático, amante da indústria dos videojogos desde criança e um fã incondicional do exclusivo Xbox, Halo.

BLACK – A Crítica

14.05.07 | Nelson Roque

Editora: EA

Produtora: Criterion
Lançamento: Já disponível
Site: http://black.ea.com
 
Introdução:
Criterion, a produtora de Burnout, pegou na experiência deste e entregou-a de corpo e alma num FPS. Imaginem Takedown nem FPS, substituam os carros por armas, carros destruídos por casas, um cenário mais cinzento e irão ter Black, um shooter cheio de acção intensa, adrenalina e destruição por todos os cantos.
Simplesmente estupendo, inseres o jogo na consola, não se passa por uma série de menus, é pressionar na primeira opção do menu e temos acção, não esquecendo o loading. Sim… temos acção dura e pura logo após o loading.
Black não é um Pariah ou um Halo, é um FPS a destacar, não há mais nenhum jogo que nos dê acção árcade intensa e explosiva como este.
 

Cliquem para verem em alta definição. 

História:
Ora bem, este não é dos pontos a crer mais fortes. A Criterion serviu-se de um cliché, para nos trazer acção explosiva como nos filmes dos anos 80. Pelo que joguei o objectivo foi conseguido: “ queremos criar um jogo de acção ao estilo dos filmes dos anos 80”, explica Ward, director da produção de Black, “temos pena que filmes como True Lies ou Die Hard já não se façam, para isso quisemos desenvolver um jogo cuja ênfase estivesse em explosões e demolições”, continua Ward. Tudo em torno de destruir terroristas, simplesmente isto.
 

Lindo não é?

Jogabilidade, Longevidade:
Em duas palavras: de loucos. Não importa se estão sempre a disparar, o que interessa é que vai tudo pelos ares sem abrandar. São escassas as situações em que não ouvem uma explosão ou disparos, a acção nunca abranda.
Começam a jogar apanhando explosões cara a cara e acabam com mas mesma feitas por vocês, sempre com o gatinho pressionado, porque, são poucas as vezes em que a munição é limitada. É “matar” como estivessem a andar na montanha Rússia. Não perceberam? Eu explico, na montanha a adrenalina sobe em pique, apanham pó e fumo que esteja no ar e berram mais alto que um megafone. É exactamente isto a jogabilidade de Black, a acção sobe-nos a adrenalina, disparando a tudo aos berros apanhando o pó, que levantam e o fumo. É tão realista como pensam. As guns (armas): sem dúvida um ponto forte deste jogo, só é pena do tempo a que o nosso herói leva a recarregar, se estivermos num tiroteio e ficamos sem munição, dá a impressão que estamos sem óculos. São tantas e diversas todas um prótotipo real.
 

Adivinhem o que vai acontecer a seguir.

Gráficos, Som:
Por falar em fumo e pó chega a vez de vos contar como Black é lindo. Cada textura, cada partícula, cada canto está de arrebentar, todo o cenário pode ser destruído. A destruição apresenta partes predefinidas, como é de esperar, com a beleza implementada nas explosões nem me importo [nem nos importamos], não vamos dar por isso, só à segunda vez que jogarmos os níveis de Black. Disse que as armas eram lentas mas não disse que a Critetion inseriu o recarregamento das armas mais lindo alguma vez visto na história dos FPS’s. Ao recarregarem a imagem de fundo desfoca-se e irão apreciar a sequência de recarregar uma arma em Black na sua beleza máxima.
 
 
 Reparem nas partículas.
 
Conclusão:
É um bom jogo, com gráficos lindos, as melhores explosões que já viram. Parece o Rambo em versão jogavel. Uma história fraca, mas sempre com acção e armas a disparar. Tem defeitos (como todos) que o faz perder a compra por 60 €, dando-o uma oportunidade por 30 €, a versão clássica.
 

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